Comunidade
faunística regional passou por amplo processo
de simplificação, especialmente as espécies mamíferas
de maior porte. Existe uma dominância da avifauna.
Aves de baixos índices em outras regiões foram
observadas aqui:
Maria Faceira (Syrigma sibilatrix),
o soldadinho (Antilophia galeata) e a saíra amarela
(Tangara cayana). E ainda espécies comuns como
Ema, João-de-barro, Sabiá-laranjeira, Arara-canindé,
Bem-te-vi, Juriti, Tiziu, pardal, Choca, Maracanã,
Rolinha, Quero-quero, Coruja-buraqueira, Biguá,
Andorinha-do-rio, Garça-branca-grande, Garça-branca-pequena,
Coleiro, Curicaca, Jaçanã, Matraca, Quiri-quiri,
sanhaço, urubu-comum.
Observa-se a presença esporádica
de pequenas populações de capivara ( Hydrochaeris
Hydrochaeris) e em trânsito o tamanduá-bandeira
( Myrmecophaga tridactyla ) e o cachorro do mato
( Cerdocyon thous ).
O Rio Aporé ou do Peixe apresenta
ictiofauna característica da Bacia do Paraná,
que apresentou assoreamento de cursos d'água,
além da construção de sucessivas barragens no
Rio Paranaíba. O Rio Aporé também sofreu assoreamento
em virtude das monoculturas, o que reduziu a piscosidade
do rio, o IBAMA, em um trabalho realizado soltou
milhares de alevinos, enriquecendo a vida no rio.
Algumas das espécies registradas:
Piau verdadeiro - Leporinus friderici
Pacu - Metynnis SP
Traíra - Hoplias malabaricus
Jaú - Paulicea lutkeni
Piapara - Leporinus
Entre os lacertílios foi constatada a presença
da lagartixa-preta (Tropidurus torquatus), do
calango verde (Ameiva) e do calango (Cnemidophorus
Ocellifer) e o teiú (Tupinambis).
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Foto
Jacanã |
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